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URGENTE: BOLSA EM 170 MIL PONTOS: VAI CONTINUAR SUBINDO MESMO COM AS ELEIÇÕES? | Os Economistas 205 - Os Economistas Podcast
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URGENTE: BOLSA EM 170 MIL PONTOS: VAI CONTINUAR SUBINDO MESMO COM AS ELEIÇÕES? | Os Economistas 205 - Os Economistas Podcast

Episode Snapshot

O episódio do podcast "Economistas no Ar" começa com os hosts Ricardo Figueiredo e Felipe Arraes apresentando o evento "Imersão Nova Carreira" do Grupo Primo. Em seguida, a discussão principal aborda...

Quick Summary

Key Points

  • Apresentação do podcast "Economistas no Ar" e promoção do evento presencial "Imersão Nova Carreira" do Grupo Primo.
  • Discussão sobre a alta recente da bolsa de valores brasileira (Ibovespa), atribuída a fluxos de capital para mercados emergentes e melhora na percepção de risco, mas com alertas sobre a necessidade de seleção cuidadosa.
  • Análise do papel crucial do Banco Central (BC) na estabilização econômica, com elogios à atuação técnica de sua diretoria, em contraste com preocupações sobre a irresponsabilidade fiscal do governo.
  • Debate sobre a trajetória futura da taxa de juros (Selic), com projeções de queda até 12,5%-13%, condicionada à sinalização de um ajuste fiscal crível, algo considerado improvável no governo atual.
  • Críticas a gestões passadas do BC, como a de Armínio Fraga em 2002, citada como um período de grande instabilidade e erro de política monetária.

Summary

O episódio do podcast "Economistas no Ar" começa com os hosts Ricardo Figueiredo e Felipe Arraes apresentando o evento "Imersão Nova Carreira" do Grupo Primo. Em seguida, a discussão principal aborda o forte rali da bolsa brasileira (Ibovespa), impulsionado por fluxos de capital para mercados emergentes e uma melhora na percepção de risco externa, mas os especialistas alertam que essa valorização exige agora uma seleção mais criteriosa de ativos. O debate destaca o papel fundamental do Banco Central na contenção da inflação e manutenção da credibilidade, com elogios à atuação técnica atual, especialmente de Galípolo, em contraste com a gestão considerada errática de Armínio Fraga em 2002. No entanto, há forte crítica à falta de responsabilidade fiscal do governo, vista como um entrave duradouro. Sobre a taxa de juros, projeta-se uma queda modesta da Selic para 12,5%-13% ao longo do ano, desde que não haja choques externos. Os economistas concordam que uma redução mais significativa e sustentável depende de um claro compromisso com o ajuste fiscal, uma sinalização que consideram improvável de vir do atual governo, mantendo, portanto, um cenário de incerteza e desafios para o médio prazo.